VOOS ONLINE
VOOS ONLINE
GUIA DO PASSAGEIRO
GUIA DO PASSAGEIRO
SITUAÇÃO DOS VOOS
SITUAÇÃO DOS VOOS

OPORTUNIDADES DE NEGÓCIOS
OPORTUNIDADES DE NEGÓCIOS
CARGA AÉREA ONLINE
CARGA AÉREA ONLINE
LICITAÇÕES
LICITAÇÕES
CONCURSOS INFRAERO
CONCURSOS INFRAERO
SERVIÇO CONTRA INCÊNDIO
SERVIÇO CONTRA INCÊNDIO
LINKS
LINKS

TARIFAS AEROPORTUÁRIAS
TARIFAS AEROPORTUÁRIAS
CENTRAL DE COBRANÇAS
CENTRAL DE COBRANÇAS
PORTAL FINANCEIRO
PORTAL FINANCEIRO
Aeroporto Internacional de Belém/Val-de-Cans - Júlio Cezar Ribeiro

BelemInt

Os relatos sobre a origem de Val-de-Cans são variados e remotos. Consta que a 20 de agosto de 1703 o nome Val-de-Cans já aparecia nos documentos da medição e demarcação da légua patrimonial do Conselho do Senado e da Câmara de Belém. No local já existia a fazenda de propriedade de D. Maria Mendonça, que acabou sendo denominada com o mesmo nome. Em 1675, em seu testamento, D. Maria doou a fazenda Val-de-Cans para os padres Mercedários. Já em 1798 a Carta Régia da Coroa possibilitou a liberdade de comércio, o acesso livre de moradores às terras indígenas e a liquidação dos bens do Comum das povoações. Graças a este documento o Governador do Estado do Grão Pará conseguiu se apropriar da fazenda e vendê-la para terceiros.

Outra versão aponta que a designação do tradicional bairro da capital paraense é uma alusão ao nome de um antigo povoado habitado por negros alforriados ou foragidos de quilombos, quase todos de cabelos brancos como lembra o escritor Olavo Guimarães Freire. Um terceiro relato registra que em 1895, uma comitiva do então governador Lauro Sodré navegou de Belém à Vila de Pinheiro, hoje bairro de Icoaraci (lugar onde o Sol se encontra com a Lua), em uma gaiola, e avistou uma multidão de negros quase todos de cabelos brancos assistindo a passagem da comitiva fluvial. Admirado, o governador exclamou: -"Isto é um verdadeiro Val-de-Cans!", ou seja, do latim um vale de pessoas de cabelos brancos, expressão que acabou por batizar o local.

Com o alvorecer dos ventos republicanos, em 1934 o Diretor da Aviação Militar do Exército Brasileiro, general Eurico Gaspar Dutra, designou o tenente Armando Serra de Menezes para escolher, no espaço da fazenda Val-de-Cans, um local apropriado para construção do aeroporto de Belém.

Acompanhado do Comandante da 8ª Região Militar, general Horte Barbosa, do Intendente Municipal de Belém, Ildefonso Almeida e do Secretário de Estado de obras, terras, aviação e auxiliares, Raimundo Viana, o tenente Armando Serra escolheu o local da construção do aeroporto próximo ao Rio Amazonas.

O terreno foi desapropriado pelo Decreto nº 3.116 de 03/10/1938 e as obras de construção do aeroporto ficaram a cargo da Diretoria de Aeronáutica Civil, órgão do Ministério de Aviação e Secretaria de Obras Públicas de então. Na fazenda foi construída uma pista de terra, com 1200 metros de comprimento no eixo leste-oeste, um pátio de estacionamento de aeronaves e um hangar de concreto destinado à aviação militar que ficou conhecido como "Hangar Amarelo" devido a sua cor. Com a eclosão da II Guerra Mundial em 1939, a base aérea de Val-de-Cans passou a ser rota vital e estratégica para milhares de novos aviões militares que saiam das fábricas do Canadá e dos Estados Unidos e eram transladados para os teatros de operações no norte da África e na Europa. Utilizada como ponte aérea dos Aliados, a base integrou o chamado corredor da vitória ao auxiliar os americanos na reconquista da África, a invasão da Europa pela Itália e até mesmo em operações contra o Japão. Foi de Val-De-Cans que as fortalezas voadoras B-17, B-19, B-24 e B-25 levantarem voo e fizeram escala em Natal antes de bombardear a cidade senegalesa de Dakar, prenunciando o histórico Dia D, na Normandia.

Com a criação do Ministério da Aeronáutica na década de 1940, as bases aéreas que foram utilizadas pelos países aliados durante a segunda guerra passaram para o novo ministério, inclusive a de Val-de-Cans. Em 1944 nascia a Base Aérea de Belém localizada ao lado do aeroporto. Nesta mesma época as empresas aéreas Panair do Brasil, Pan American, Cruzeiro do Sul e NAB (Navegação Aérea Brasileira) iniciaram suas atividades no aeroporto construindo estações de passageiros independentes e isoladas umas das outras.

Somente em 1958 o Ministério da Aeronáutica construiu a primeira estação de passageiros para uso geral das companhias de aviação e no ano seguinte, em 1959, foi inaugurado o Aeroporto Internacional de Belém, inicialmente administrado pelo extinto DAC (Departamento de Aviação civil) até a criação da Infraero em 31 de maio de 1973.

Em 2001 a Infraero entregou ao povo paraense um moderno terminal de passageiros com uma área de 33.255,17 m2 e seis pontes de embarque (finger's). O terminal é totalmente climatizado em seus dois níveis e apresenta uma arquitetura futurista projetada para aproveitar a iluminação natural do ambiente. Por força da Lei 12.228, sancionada pela Presidência da República do Brasil em 13 de abril de 2010, o aeroporto da capital paraense passou a denominar-se Aeroporto Internacional de Belém/Val-de-Cans/Júlio Cezar Ribeiro.

INFRAERO

A Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária-Infraero foi criada em pela Lei n.º 5.862 de 12/12/1972 com a atribuição de implantar, administrar, operar e explorar industrial e comercialmente aeroportos. Em 07/01/1974 o Aeroporto Internacional de Belém passou oficialmente para a jurisdição da Infraero, tendo como primeiro superintendente Francisco de Assis Lopes.

O Ato Administrativo n.º 189 criou, em 08/04/1987, a Superintendência Regional de Belém com o objetivo de exercer a coordenação e supervisão das atividades técnica, operacional, administrativa, comercial e financeira dos Aeroportos de: São Luís (MA), Macapá (AP), Santarém (PA), Marabá (PA), Imperatriz (MA), Altamira (PA) e Carajás (PA).

Já em 29 de fevereiro de 1996, a Infraero teve seu objeto social ampliado com a absorção da TASA – Telecomunicações Aeronáuticas S/A, acrescentando em seu portfólio de serviços o de navegação aérea.

Com a restruturação em 1º de março de 2015, o Aeroporto Internacional de Belém transformou-se no Centro de Negócios de Belém. A mudança trouxe mais autonomia à dependência, que busca a expansão dos negócios e o aumento das receitas para a Empresa, sem abrir mão do conforto e da segurança.

 

 

 

 

 

 

AddThis Social Bookmark Button
 


Portal da Transparência    Acessibilidade Brasil    selo_participe
Infraero - [Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária] - Estrada do Aeroporto, Setor de Concessionárias, Lote 5 - Edifício Sede CEP 71608-050 - BRASÍLIA - DF - BRASIL