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Aeroporto Internacional de Salvador - Dep. Luís Eduardo Magalhães

Salvador

O início

A história do Aeroporto de Salvador tem início em 1925, quando foi construído pelo engenheiro francês, Paul Vachet, por solicitação da Compangnie Génerale d'Enterprise Aéronautique Latecoère – que explorava a linha Tolouse (França) - Buenos Aires (Argentina). Tratava-se, inicialmente, de uma pequena pista de pouso alternativa, gramada, onde, segundo registros, pousavam normalmente Antoine de Saint-Exupery e outros pilotos famosos dos primeiros 25 anos do século XX.

Já na década de 30, os norte-americanos construíram um hidroporto na Enseada dos Tainheiros, na Ribeira. Essas instalações funcionaram até 1943, ano em que foram transferidas para o atual sítio, em Lauro de Freitas, antigamente denominado distrito de Santo Amaro do Ipitanga.

Ao iniciarem, efetivamente, os serviços ativos com as linhas de correios aéreos pela "Companhia Aeropostal Brasileira", em Santo Amaro do Ipitanga, ressurgiu o primeiro campo de pouso com uma pista pavimentada em cimento que media aproximadamente 400 x 70m. Também foi instalado um hangar e galpões para a guarda de material de rampa.

Atualmente essa pista funciona como pátio de autoridades e um dos hangares abriga o Serviço de Prevenção, Salvamento e Combate a Incêndio em Aeródromos Civis (SESCINC), da Base Aérea de Salvador.

Segunda Guerra

Até 1941, o Brasil era um país neutro na Segunda Guerra Mundial e os aliados precisavam de base terrestre que pudesse permitir o traslado aeronáutico para transatlânticos. Assim, foi posto em execução o programa denominado Airport Development Program - ADP, com o objetivo de construir essas bases ao longo do litoral brasileiro, sendo uma delas a de Santo Amaro do Ipitanga.

Foram construídas, então, duas pistas de pouso em concreto asfáltico assim como suas respectivas pistas de taxi, um terminal de passageiros, um novo pátio com pontos ("pits") de abastecimento, uma usina geradora de energia elétrica, um rádio farol (NDB) e demais elementos de infraestrutura.

Após a Segunda Guerra, todas as instalações e benfeitorias foram repassadas ao Brasil, tendo como administrador o recém-criado Ministério da Aeronáutica. Mas alguns serviços – como controle de tráfego aéreo e comunicações – continuaram sendo executados pela Panair do Brasil. Aos poucos, o Ministério da Aeronáutica foi assumindo a operação da aviação civil e o reaparelhamento do sistema aeroportuário nacional.

Em 1947, os terminais aeroportuários começaram a receber características específicas para a movimentação de passageiros e cargas, cujo crescimento já se fazia sentir. O aeródromo de Santo Amaro do Ipitanga – incluído no programa do Ministério em 30 de maio de 1949 – foi um desses terminais.

Pós-Guerra e Anos 50, 60, 70 e 90

Em 20 de dezembro de 1955, por força de lei, o aeródromo de Salvador passou a se chamar Aeroporto Dois de Julho, em homenagem à independência da província da Bahia e à consolidação da independência do Brasil. Sua operação como aeroporto civil se deu logo após a Segunda Guerra Mundial, já que, a exemplo dos outros aeroportos situados na região costeira do território nacional, atendia basicamente ao tráfego militar.

Daquela data até o início dos anos 60, poucas foram as modificações feitas ou os acréscimos agregados à área do terminal. As realizações mais expressivas da época foram o reforço do pátio de aeronaves, a construção das cabeceiras da pista 10/28 – em concreto – e a incorporação da "Torre" ao Terminal de Passageiros (1961).

Em 1972, a pista 10/28 já estava ampliada para 3.005m e se fez o reforço da pista 16/34 com superposto flexível. Ainda em meados da década de 70 foram instalados equipamentos de auxílio como ILS (Instrumento Landing System), localizador e outros.

Paralelamente à modernização da área de movimento do terminal de passageiros, o aeroporto, que até 1973 foi administrado pelo DAC (Departamento de Aviação Civil), hoje ANAC (Agência Nacional de Aviação), em 1974, passou a ser administrado pela Infraero (Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária) e sua área foi ampliada para 8.700m2, passando à categoria internacional.

Com relação ao terminal de passageiros, até 1984 as operações eram realizadas em uma área de 640 m2. Como o espaço não atendia à demanda cada vez mais crescente, o aeroporto passou por uma grande reforma e foi reinaugurado no dia 4 de setembro de 1984. O antigo terminal foi demolido e deu lugar a um novo, com 27 mil m2. O pátio também foi ampliado, dando condições de operações simultâneas de 11 aeronaves, assim como o estacionamento de veículos, que passou a comportar 600 vagas.

E no fim do século XX, em 16 de dezembro de 1998, o nome do aeródromo foi alterado novamente, também por força de lei, e passou a ser Aeroporto Internacional de Salvador – Deputado Luís Eduardo Magalhães.

O Aeroporto hoje

Privilegiado por uma bela paisagem natural, o Aeroporto Internacional de Salvador - Deputado Luís Eduardo Magalhães está situado numa área de 6,9 milhões de metros quadrados, entre dunas e vegetação nativa, combinação perfeita que atrai os olhares dos visitantes. Outro ponto que chama bastante a atenção é o seu acesso viário, local que já se transformou em um dos cartões postais da cidade graças a uma alameda de bambus com quase um quilômetro de extensão.

O aeroporto opera 220 voos domésticos diários e 57 voos internacionais por semana, fazendo com que Salvador seja considerada uma das principais portas de entrada do turismo na Bahia e, consequentemente, na região Nordeste, com uma participação relevante no desenvolvimento turístico da capital baiana.

 

 

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